De tudo um pouco

Divagações, opiniões, reflexões, livre-pensar…

Aventuras de um Peugeot

Posted by Marcelo Dutra em segunda-feira, 24 abril 2006

Meu carro é um Peugeot 306 ano 1997. É meu único carro. Foi comprado às pressas devido a perda do anterior (um Corsa sedan) causado por um acidente (virada) com o Breno, quando eu estava sem seguro. Ainda bem que nada aconteceu com o Breno, mas o carro simplesmente não ficou em condições de recuperação. Tudo isso aconteceu há mais de um ano atrás.
Logo que fui apresentado ao carro fiquei entusiasmado. Estava limpinho, cheiroso, dei uma volta e o carro mostrou-se disposto, potente, estável. Foi tipo amor à primeira vista, e não pensei muitas vezes para adquiri-lo. Era carro de mulher, a proprietária falou maravilhas, o pai dela era mecânico, realizou todas as revisões, as peças eram fáceis de serem adquiridas no Brasil e os preços eram semelhantes aos dos carros nacionais.
Antes da entrega foi feita uma lavagem no motor. Peguei o carro e saí feliz para casa, e aí começaram os problemas. No meio do caminho senti uma fumaça no motor. Parei e o mesmo estava iniciando um incêndio, causado por um pedaço de estopa que ficou grudada na descarga. O principio de incêndio foi logo debelado e não se alastrou, não deixando sequelas aparentes.
No dia seguinte, ao ir trabalhar, o motor falhava constantemente devido à agua utilizada na lavagem que molhou as velas. Problema resolvido. A partir daí já ocorreream os seguintes problemas, não necessariamente nesta ordem:
Problemas constantes no sensor de marcha lenta (provocando falhas na aceleração);
Defeito na sonda lambda;
Problemas nos freios, obrigando a troca de todo o sistema (discos, pastilhas, tambores, sapatas, cilindro-mestre etc);
Problemas na suspensão dianteira, havendo necessidade de troca dos amortecedores, bandejas, borrachas, etc.;
Problemas na suspensão trazeira, com folga na barra de torção (ainda não resolvido);
Trocada uma bateria;
Problemas no alternador (resolvido);
Rompimento da mangueira de alimentação de gasolina, somente resolvido com a substituição por um conjunto original;
Problemas no marcador do nível de combustível do tanque, que quando marca 1/4 na verdade já está vazio;
Troca de dois pneus;
Ainda outros problemas ocorreram que não estou lembrado no momento.
A cada problema ocorrido, além do tempo perdido, do desgosto de ficar sem o carro (haja problemas em casa!), o prejuízo é agravado pela necessidade de pegar taxi e de pagar reboque.
Apesar de tudo isto, nos períodos em que o carro não apresenta problemas eu gosto muito dele e estou até pensando em comprar outro (quando puder) e ficar com o Peugeot. Acho que depois de tudo que foi feito não resta muita coisa pra consertar. E hoje ele é mais um membro da família.
Será que essa o Freud explica?
PS.: descobri recentemente três pontos de ferrugem na calha do vidro trazeiro, provocando entrada de água quando chove. Mesmo assim amo meu Peugeot!!!
Abraços…Marcelo

5 Respostas to “Aventuras de um Peugeot”

  1. Anonymous said

    Marcelo,

    Conheci o seu Peujeot no ano passado e voce na ocasiao ja se lamentava de alguns desses problemas.
    Passe pra frente e logo. Nao se apegue ao que não é bom, pois isso so vai te trazer prejuizo e dissabores.
    Lembrei agora de uma estoria real acontecida com Raquel, filha de Genesio em Mossoro.
    Uma amiga de Lia comprou um carro novo da marca e veio toda alegre comunicar que ” estava de Peujeot” no que Raquel ouvindo a conversa perguntou espantada: ” Mamãe isso pega?”
    Cuidado Marcelo para esse seu seu Peujeot não contaminar a todos.Voce vai ter duas alegrias com esse carro. A primeira foi quando comprou e a segunda vao ser quando vender.
    Brincadeiras a parte, a verdade é que carro velho é so tristeza e despesas

    Marconi

  2. marcia said

    Marcelo, Eu conheço algumas pessoas que tiveram experiencias ruins com peugeot, e se tem problema enquanto é mais novo imagine qdo esta mais velho, hein???
    De carro velho eu posso dizer q tenho uma boa historia. Imagine q nessa idade eu só tive 2 ( tirando aquele fusquinha branco da epoca da faculdade). O primeiro, o chevette,que comprei zero e esteve comigo ate completar 15 anos e este Gol q tb comprei zero e ja tem 10 anos. Felizmente como é pouco rodado nao tenho muitos problemas c ele, mas confesso q to doooooida pra trocar. Mas o mar nao ta pra peixe e a liseira continua enorme. Quem sabe este ano eu consigo, hein? Mas vc tem mais condição de faze-lo entao seguramente ate o fim do ano tera novidades . Nem precisa ser zero o importante é sair dessa encrenca e se livrar dos prejuizos.
    como diz o Gil: “…”muitas opiniões porem todas mtas boas ” hahahahahahaha
    Bjo querido

  3. Anonymous said

    Marcelo,
    esse fusquinha branco da La Dutra era famosoo e guardou muitos segredos.
    abraços da Ritinha

  4. Anonymous said

    Peujoet eh brabo, analfabeto nem sabe o que fala, se comprou um carro mal cuidado nao interessa que marca eh, alias antes um 306 do que esses lixos fabricados aqui no Brasil! as vezes eh melhor ficar quieto do que falar bobagem!

  5. Emerson said

    Não tenho o que reclamar realmente do meu peugeot 306, tive um escort sw antes com 58.000km rodados e parecia até uma Orquestra “cada esquina um conserto”, então vi, andei e gostei do 306, tem alguns probleminhas nada que um bom mecânico não resolva, problemas até carro 0 dá, mais eu tô tendo sorte com meu peugeot, um dia enguiçou de bomba dentro da minha garagem, foi a única vez que ele me deixou na mão….rssss. É isso ai 306 eu recomendo, um abç.

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